Fomos à Cinecittà e nao nos deixaram entrar. Nao há visitas ao famoso centro da industria cinematográfica italiana.
Eu a sonhar em tocar os locais onde filmaram Fellini, Visconti, Rossellini, por onde andaram Sofia Loren, Claudia Cardinalle, Gina Lolobrigida, e nada...
O que valeu foi que o tempo foi aproveitado doutra maneira. uma visita à Galleria Borghese, a segunda maior colecçao de arte de Roma, logo a seguir à do Museu do Vaticano.
Ainda tenho os olhos cheios de Caravaggios, Veroneses, Ticianos, Berninis e Rafaéis.
E vi a Paolina Borghese Bonaparte de Antonio Canova, e que tao bem foi representada no cinema por essa excelente actriz que dá pelo nome de Milly d'Abbraccio (esta nao conheces tu).
Aproveito para esclarecer que os telefoni bianchi (telefones brancos) referidos alguns posts atrás, eram o nome genericamente dado aos filmes produzidos em Itália durante o fascismo, devido ao telefone branco que aparecia sempre no quarto da heroina.
Amanha partimos para Florença. Ciao.
Publicado por Fernando @ 19:02Só por esta pequena amostra, já estou como Stendhal. O Renascimento (e não só) a cair-nos todo em cima, posso imaginar. Abraços para vocês e aproveitem para enriquecer mais, como diria o marquês.
Afixado por: Henrique em agosto 19, 2004 08:43 PM