Tenho visto por aí publicado nalguns blogues, um artigo dum tal Michael Rienzi, já com mais de quatro anos, intitulado «A raça é um mito? A ciência distorcida pela esquerda para propósitos políticos.»
Pretende o autor do dito artigo, refutar algumas afirmações que considera cientificamente infundadas - e que classifica de esquerda (!!!) - sobre a inexistência de raças humanas.
Bom, eu lembro-me de - nas minhas já longínquas aulas de biologia - ter aprendido que as diferenças taxonómicas que justificam a divisão de qualquer espécie em raças, não são suficientes para que se diga que há raças humanas. Este é, aliás, um dos argumentos que o autor pretende desmontar. Com que objectivo, é para mim um profundo mistério, não esclarecido pelo articulista.
Considerando que a ciência evolui, o número de características consideradas necessárias para se incluir um indivíduo de qualquer espécie numa raça, pode ter-se alterado também.
Aceito, portanto, que o que aprendi esteja desactualizado, o que não é incomum em ciência.
Ora acontece que não considero importante o facto de haver ou não raças humanas. Quero com isto dizer que, independentemente de a ciência nos demonstrar ou não a existência de tais diferenças biológicas na espécie humana - ou em qualquer outra - os indivíduos não se alteram por isso.
Donde, a minha vida de todos os dias não será, certamente, afectada por qualquer tipo de alteração científica neste campo.
Também é sabido que o conceito de raça, aplicado à espécie humana, tem o significado de etnia, de origem. É pois indiferente para o comum dos mortais, o rigor científico da definição - a não ser para aqueles que não têm opinião própria sobre a matéria, e precisam de se sentir sustentados pelas teorias científicas e pseudo-científicas que por aí abundam a respeito deste e de muitos outros assuntos.
Mas, dando de barato que o autor do referido artigo tem razão, e que, afinal, as tais raças humanas existem mesmo - o que, repito, é de todo irrelevante - que quererá ele demonstrar com isso? Que intuito estará por detrás de tão veemente ataque aos que defendem o contrário? A busca desinteressada pelo rigor científico? Um enigma a que o referido senhor não dá resposta.
No entanto, para que não restem dúvidas, e para que, duma vez por todas, se vejam as verdadeiras diferenças entre as várias raças, etnias, culturas, castas, ou lá o quiserem chamar-lhes, deixo-vos com a mais científica análise feita até hoje sobre o assunto.
Para quem tiver curiosidade (e paciência) aqui vai o artigo na totalidade:
A raça é um mito? A ciência distorcida pela esquerda para propósitos políticos.
por Michael Rienzi
O igualitarismo racial tem falhado em produzir a "igualitária e justa" sociedade prometida pelos técnicos sociais. Ao mesmo tempo, está ocorrendo o marcante renascimento da identidade racial e étnica no mundo pós guerra-fria. Em resposta, a esquerda adoptou uma nova estratégia: negar totalmente a existência de raças! É por Isso que ouvimos falar tão frequentemente que "raça é uma construção social, sem validade biológica" e que "a ciência prova que somos todos iguais". Ironicamente, é em conexão com o progresso e entendimento do genoma humano – progresso no campo que irá definitivamente provar a realidade biológica das raças – que nós mais temos ouvido que raça é nada mais do que características "superficiais" e de aparência.
Contra essa visão, há primeiro de tudo as óbvias diferenças entre os grupos de populações humanas que todos reconhecem. Há também evidências genéticas que podem ser usadas independentemente dos métodos tradicionais para classificar diferentes populações humanas em grupos raciais que são virtualmente idênticos aos baseados nos alegados traços "superficiais" estudados pela tradicional antropologia física. O professor Glayde Whitney escreveu nessas páginas:
"Esses dados são portanto uma virtualmente irrefutável demonstração da realidade das raças – uma análise puramente estatística das frequências alelas (diferenças genéticas de um grupo para outro) dando resultados que são essencialmente idênticos aos grupos raciais estabelecidos pela antropologia tradicional".
Uma honesta avaliação de dados confirma a realidade racial. Mas vamos ver os argumentos do outro lado:
Apesar de ser verdade que as populações humanas compartilhem aproximadamente 99.9% de seus genes, é também verdade que os humanos compartilham mais de 98% dos seus genes com chimpanzés, e uma grande porção com animais como ratos e cachorros. Muitos desses genes produzem estruturas básicas do corpo que todos mamíferos possuem em comum; diferenças entre organismos são causadas por diferenças genéticas muito pequenas.
Homens e mulheres são 99,998% idênticos mas ninguém sugere que homens e mulheres são idênticos.
Evidências actuais sugerem que todas as diferenças sexuais entre homens e mulher sejam o resultado de somente uma diferença genética – um gene (os Testes Factor Determinante) de uma estimativa de 50,000 – 100,000! Isso significa que homens e mulheres são 99,998 aos 99,999% geneticamente idênticos, mas ninguém sugere que sexo é uma mera “construção social”. Dessa maneira, as diferenças genéticas entre homens e chimpanzés, que ninguém nega, podem ser descritas como 12 à 20 vezes a diferença genética entre grupos raciais.
Pequenas diferenças genéticas podem ter fortes consequências fenóticas porque os genes são ordenados em um modelo hierárquico. Alguns genes são “genes mestres”, e controlam a expressão de número dos outros genes, cada um deles pode ter grande controlo sobre alguns outros genes. Além disso, a expressão de cada gene é controlada por regiões chamadas “promotoras” (N. do T. “promoters”) e “realçadoras” (N. do T. “enhancers”), normalmente localizadas na frente da parte funcional do gene. Uma pequena mudança na região promotora do gene “X” pode alterar sua expressão. X pode controlar os genes A, B, C, D, E, F. O Gene A por sua vez pode controlar seu próprio conjunto de genes. Mesmo se todos os outros genes controlados por “X” forem idênticos entre dois grupos, uma diferença em “X” pode ser suficiente para produzir grandes diferenças entre os dois grupos.
Não é a quantidade de diferenças genéticas que é importante, mas a natureza das diferenças: que genes são diferentes, de que maneira eles diferem, e as consequências dessas diferenças. Espécies de cachorros são análogas a raças humanas. É possível que diferentes espécies sejam geneticamente mais parecidas do que diferentes raças humanas, mas não há dúvida que essas subtis variações resultem em significantes diferenças em aparência, inteligência e comportamento.
É importante considerar também que uma borboleta e a lagarta da qual ela se desenvolveu são 100% idênticas geneticamente! Os genes não mudam; as enormes diferenças entre lagartas e borboletas resultam do activamento de diferentes genes em épocas diferentes. Isso pode dar alguma pausa para pensar aos que acham que a diferença de 0,1% em dezenas de milhares de genes humanos “não fazem diferença”.
Esse é outro argumento muito popular que, mesmo verdadeiro, não significaria que raça não tem significado. A falha nesse argumento é a mesma do “argumento do 99,9%”, em que é tratado como mais importante a quantidade – “contagem de feijões” genética (N. do T. genetic "bean counting") – mais do que a importância das diferenças genéticas e suas consequências. De facto, há mais variação genética dentro de grupos do que entre grupos, mas se essa variação não influenciar a expressão de importantes genes, isso não terá grandes consequências. Há uma considerável variação genética entre irmãos e entre pais e filhos, mas isso não altera o facto que eles são mais intimamente relacionados uns ao outro do que a estranhos.
Novamente o Prof. Whitney demonstra o absurdo do argumento da “variação”. Ele aponta que podemos pegar o total da diversidade genética contida na população de Belfast e uma tropa de macacos e dar a isso um indicador de 100%. Surpreendente como isso possa parecer, a maior parte dessa diversidade será encontrada tanto na população de Belfast quanto na tropa de macacos. Há uma grande diversidade genética igualmente entre dois indivíduos que são muito similares entre si. Isso não significa, claro, que os Irlandeses são mais parecidos com macacos do que com seus vizinhos, ainda que essa é precisamente a maneira que os advogados do “raças-não-existem” usam o argumento quando aplicam ele aos humanos.
O Prof. Whitney explica que assim como no caso da diferenças genéticas entre homens e mulheres, “a questão significante sobre diferenças raciais não é a percentagem da diversidade total, mas como essa diversidade é distribuída entre as raças, que traços ela influencia, e como isso é modelado.” Pequenas diferenças genéticas podem traduzir-se em importantes diferenças físicas e comportamentais.
Esse é um modo científico de dizer que por existirem híbridos (populações racialmente ou etnicamente misturadas), não existem raças individuais. Esse é um surpreendentemente popular argumento, entretanto igualmente fácil de refutar. Ninguém pensa que a existência de populações híbridas de animais significa que esses animais não podem ser classificados em diferentes grupos. Isso é evidente. Seu cachorro pode ser uma mistura de pastor alemão e dinamarquês, mas isso não significa que não há pastores alemães ou dinamarqueses. A existência de cachorros híbridos significa somente que diferentes espécies de cães podem acasalar e produzir descendentes. Cães e lobos – diferentes espécies – podem acasalar e produzir descendentes, mas ainda será fácil distinguir um cão de um lobo.
Há certos lugares onde têm havido forte mistura e onde há raças miscigenadas – Ásia Central, América Latina, África do Norte. A existência de populações híbridas nessas áreas de forma alguma invalida a existência de outras populações que são mais diferenciadas geneticamente – na Europa, no Extremo Oriente, e na África sub-Saariana.
Esse argumento da “variação contínua” é tão ilógico que seria surpreendente alguém levá-lo a sério. A existência de misturas não invalida a existência dos componentes originais das misturas. O fato de o vermelho e o amarelo poderem se misturar para produzir laranja dificilmente significaria que vermelho e amarelo são ilusões ou não existem. Apesar da mistura racial estar longe de ser uma perfeita e contínua graduação, igualmente essas variações na natureza quando formam uma graduação podem ser classificadas em diferentes grupos. A contínua variação da frequência da luz no arco-íris, por exemplo, é facilmente agrupada em cores distintas que virtualmente todas as pessoas reconhecem.
Esse argumento é relacionado com o anterior, excepto que ele diz que somos todos híbridos, então não existem raças. Primeiro, nenhum cientista fala em raças “puras”. O que significa “pureza” racial, afinal? É verdade que certas populações são mais diferenciadas e distintas geneticamente do que outros grupos mais hibridizados. Se nós considerarmos ingleses, centro-asiáticos e coreanos, nós poderemos fazer a relativa declaração que coreanos e ingleses são mais geneticamente (e fenoticamente) distintos e diferenciados do que centro-asiáticos, que são em alguns aspectos intermediários entre leste-asiáticos e europeus.
Isso não implica que coreanos ou ingleses sejam “puros”, que presumivelmente significaria que eles poderiam todos traçar seus ancestrais em uma única população a um certo tempo. Os ingleses, por exemplo, são predominantemente uma população nórdica, composta de anglo-saxões, celtas, normandos/vikings, romanos e possivelmente primitivos mediterrâneos. Muitos grupos europeus são similarmente compostos de múltiplas linhagens relacionadas; se ter ancestrais de diferentes mas relativamente similares grupos europeus faz alguém ser “miscigenado”, então realmente nós somos todos miscigenados. Mas isso não invalida de forma alguma o conceito de raça, ou o fato de que várias populações “miscigenadas” são ainda geneticamente e fenoticamente distintas das outras e assim são raças separadas. Tanto geneticamente e fisicamente, ingleses claramente pertencem ao grupo europeu e coreanos ao grupo nordeste-asiático.
O argumento "somos todos miscigenados" falha de duas maneiras. Primeiro, as várias linhagens que acabaram por produzir muitos dos grupos étnicos de hoje eram relativamente similar umas as outras, então isso estende a definição da palavra para chamá-los “miscigenados”. Quanto diferentes são os anglo-saxões dos celtas? Similarmente, poderia uma pessoa de ancestrais ingleses e alemães ser considerada “miscigenada”? Francês-italiano? Nós chamamos os milhões de brancos americanos de linhagens européias misturadas “miscigenados”?
Segundo, misturas das relatadas linhagens podem estabilizar com o tempo, e formar um novo, único e separado grupo étnico, raça ou espécie. Esse é o caso de vários grupos étnicos europeus, formados pelas misturas das relatadas linhagens étnicas. Europeus podem existir por centenas – talvez milhares – de gerações sem produzir descendentes que parecem africanos ou asiáticos. O contrário é também verdadeiro. Mesmo as raças de hoje sendo o resultado de antigas misturas essas misturas são distintas e extremamente estáveis.
Isso simplesmente não é verdadeiro. Muitas diferenças consistentes entre grupos foram encontradas em inteligência, comportamento, tamanho do cérebro, resistência a doenças, taxas de nascimento de gémeos, velocidade de maturação, etc. O Prof. Arthur Jensen colectou provas irrefutáveis de diferenças raciais em média de inteligência. Em Raça, Evolução e Comportamento (N. do T. Race, Evolution and Behavior) o Prof. Philippe Rushton não só documentou o grande número de outras diferenças raciais mas mostrou o quanto elas se enquadram às várias estratégias de reprodução seguidas pelos diferentes grupos raciais. Algumas vezes o argumento “raças-não-existem” aparenta ser uma tentativa desesperada de derrubar o argumento sobre diferenças raciais que a esquerda claramente perdeu. Desde que os igualitaristas não tem nada a dizer face às montanhas de evidências de diferenças raciais, eles repentinamente mudaram seu foco e tentaram fingir que raça por si só não existe.
Mesmo o mais anti-racista dos médicos reconhece que doadores e receptores de transplantes tem que ser escolhidos não apenas em base de sua raça, mas também por sua etnia, porque transplantes inter-raciais são mais prováveis de serem rejeitados. Eles também sabem que pessoas de diferentes raças reagem diferentemente às mesmas drogas e sofrem de diferentes doenças. Dizer que essas diferenças são apenas “de pele” é completamente contra a realidade.
Esse é um curioso argumento porque houve claramente tempo suficiente para as diferenças físicas se desenvolverem. Pigmeus e noruegueses presumivelmente tiveram um ancestral comum, mas agora são tão diferentes entre si que um biólogo de outro planeta poderia pensar perfeitamente que se tratam de espécies diferentes. Esse argumento portanto é uma tentativa de negar diferenças em média de inteligência ou outras características mentais. Em Porque Raça Importa? (N. do T. Why Race Matters?) o Professor Michael Levin mostra que as diferenças de QI entre europeus e negros africanos tiveram tempo mais do que suficiente para se desenvolverem durante estimadas 4,400 gerações desde que os dois grupos se separaram do ancestral comum. De acordo com esse cálculo, teria sido necessária uma taxa de selecção por geração de 0.000106 contra genes recessivos, uma taxa de mudança genética muito pequena que é equivalente a uma mudança em 11 indivíduos por 100,000 por geração. Na natureza essa é uma taxa extremamente pequena de mudança evolucionária.
Aqui nós começamos a ver a motivação por trás de todos os “não existem coisas como raças” absurdos. Se pessoas de descendência europeia puderem ser convencidas que raça não existe, em particular que sua raça não existe, não haverá resistência à substituição de brancos pelas forças que actualmente trabalham na América, Europa e em outras partes. As pessoas não irão defender algo que elas estão convencidas que não é real.
Se – contra seus próprios instintos e a clara evidência de seus sentidos – brancos puderem ser condicionados a pensar que raça é uma ilusão eles não terão razão para se opor à integração de fronteiras, miscigenação, e massiva imigração não branca. Se brancos se misturarem e forem substituídos por pessoas que não são realmente diferente deles nada estará perdido.
A ironia, claro, é que quando falam em “acção afirmativa” – políticas que penalizam brancos – as mesmas pessoas que dizem que raça é uma construção social insistem que isso é uma base válida para tratamento preferencial. Pessoas que dizem que raças não são biológicas, não têm dificuldade em alegar que são “negros” ou “asiáticos” ou “índios americanos” quando há uma vantagem em fazer isso.
Na grande maioria dos casos não há a menor discordância sobre quem pertence a qual raça. Crianças podem distinguir raças com segurança pela idade de dois ou três. A natureza é económica e muitas vezes não dota suas criaturas com senso para distinguir coisa que não importam. Uma habilidade instintiva, adquirida com pouca idade, de quem é “nossa gente” e quem não é essencial para a sobrevivência do grupo. Qualquer tentativa de negar ou sobrepor essa habilidade é um ataque directo ao próprio grupo.
Desnecessário dizer, é somente para brancos que papagueiam noções absurdas sobre raça e que pretendem tornar a indiferença eu até a deslealdade à raça uma virtude. Não-brancos tem uma forte consciência de raça e sabem que isso é parte fundamental da identidade individual ou do grupo. Eles devem se divertir muito com os disparates potencialmente suicidas que eles ouvem brancos argumentando aos outros que eles acreditam.
Apesar da alegação de certos demagogos, europeus são uma realidade tanto cultural quanto biológica. Como todos grupos raciais e étnicos, eles têm o direito a preservar essa realidade e de resistir aos esforços para ofuscar a ciência numa tentativa de eliminar raças de facto, tanto quanto em denominação.
Publicado por Fernando @ 02:35Olá a todos Chamo.me Manuela e tenho 19 anos... eu sou mulata(se assim posso dizer) o meus avôs tanto paterno como materno são brancos e as minhas avós são negras,tenho uma difuculdade inorme de perceber a minha origem,não sei se serei considerada meia branca ou meia negra.Ultimamente tenho pensado mt sobre as questoes raciais, não consigo me enquadrar em qualquer grupo(principalmente com brancos,desculpa a sinceridade) mas acho que eles nos vêem sempre com maus olhos(não todos claro, mas a sua maioria),tenho muitos amigos brancos mas acho que no fundo eles são falsos n sei pk,as vezes dizem coisas que machucam, as vezes tenho dificuldade em aceitar.me como sou(diferente deles)tenho amigos de origem Asiatica mts vezes tento pg se eles sentem.se diferentes mas"tenho medo d pg ser indesejada",o facto de ter nascido em Africa será que contribui para isso?a minha familia é na sua maioria Portuguesa por favor se tiverem opiniões mandem para o meu email zzita85@hotmail.com (precisava de ler varias opinioes sobre esse questão)
Afixado por: Manuela em dezembro 20, 2004 10:43 AMCaro CMF, obviamente que o artigo está cheio de imprecisões e é tudo menos científico. Mas haverá até outros tão científicos quanto este a quererem provar o contrário.
A questão é: que raio interessa se há raças humanas ou não? Àparte o interesse científico, eu não vejo mais nenhum. Mas parece que há quem veja nestes estudos um apoio para a merda que tem na cabeça.
Parabéns pela coragem em abordar um artigo, o qual eu até tenho medo de me aproximar, embora também já o tenha visto por essa blogosfera.
De científico, o texto tem muito pouco. Está recheado de imprecisões, manipulação de valores e algumas ideias já foram abandonadas há décadas (o autor deve ser um social-darwinista "pós-moderno").
Só um exemplo para mostrar a desonestidade do autor:
"Apesar de ser verdade que as populações humanas compartilhem aproximadamente 99.9% de seus genes, é também verdade que os humanos compartilham mais de 98% dos seus genes com chimpanzés..."
logo a seguir
"Homens e mulheres são 99,998% idênticos mas ninguém sugere que homens e mulheres são idênticos."
Que homens e mulheres? Da mesma "raça"? Vejam como em cima se fala de "aproximadamente 99.9%" para logo a seguir se referir um valor com a exactidão de três casa decimais. Se isto não é manipulação de dados eu não sei o que é um artigo científico.
Não preciso de ler o artigo para saber que não faz sentido discriminar quem quer que seja devido a raças. Devemos, sim, apreciar as pessoas não só pelo que elas dizem ou escrevem, mas principalmente pelo que elas fazem! E continuo a não entender o que é isso de raça pura... Quem pode dizer que é genuinamente português ou francês ou chinês ou...?
Afixado por: jacky em fevereiro 5, 2004 02:25 PMSomos da raça humana.
Afixado por: Rui em fevereiro 3, 2004 03:29 PMParadoxalmente o marquês, que não é racista, reconhece que há, de facto, duas (ou mais) raças por cada critério. Por exemplo: senhorios e inquilinos; políticos e cidadãos; patrões e empregados; femininos e masculinos (bem, aqui há mais); racistas e não racistas; etc..
Afixado por: TNT em fevereiro 3, 2004 03:21 PM