Gastámos um no outro a nossa pele
em carícias ardentes e suadas,
gemidos de prazer, línguas coladas
e bocas sequiosas de água-mel...
Teu corpo no meu corpo era um corcel
galopante... As palavras censuradas
não foram nessa hora amordaçadas
e o amor foi carnal nesse bordel.
Apesar do momento tão fugaz,
tudo o que havia para dizer, dissemos,
tudo o que havia para fazer, fizemos.
Não nos veremos mais, mas saberás,
como eu sei, sempre que olho para trás:
Tudo o que havia para viver, vivemos.
20 de Outubro de 2003
Publicado por Fernando @ 02:13Mandei agora. Fico à espera das críticas! beijos
Afixado por: jacky em novembro 13, 2003 08:16 PMTambém gosto muito de contos. Manda!
Afixado por: Fernando em novembro 13, 2003 07:58 PMEu sou incapaz de escrever poesia. Só escrevo porcarias! A única coisa que de vez em quando sai bem são uns contos. Se quiseres, um dia desses envio-te um...
Afixado por: jacky em novembro 13, 2003 03:07 PMFui. Sempre gostei muito de sonetos e de vez em quando escrevo um.
O primeiro escrevi-o aos 15 anos e publiquei-o aqui no blogue no dia 11 de Setembro.
O último foi aquela brincadeira sobre Olivença que publiquei a 27 de Outubro.
Foste tu que escreveste este soneto? Estou impressionada! :-)
Afixado por: jacky em novembro 13, 2003 11:14 AM