O 24 Horas noticiava hoje na primeira página: «O Big Brother morreu».
Do pouco que vi do programa até agora, e que se resume a escassos minutos - zapping para cima, zapping para baixo - a única palavra que me ocorre para o descrever é: Patético.
Invariavelmente, vejo um grupo de jovens com conversas tontas sobre assuntos tontos; ou em festas absolutamente parvas, regadas com muitos litros de álcool. "Vamos lá a ver se o pessoal com uns copitos a mais, é que vai pôr mesmo tudo a nu", tem sido, nitidamente, a estratégia da produção.
Em 2000, por ocasião da exibição do primeiro BB, lembro-me que um amigo meu, Paulo Massadas - um cidadão do mundo nascido no Brasil, e na altura a viver em Los Angeles onde, de resto, ainda vive - definiu de forma exemplar o programa. Por razões profissionais, o Paulo encontrava-se em Portugal e viu "aquilo". Perguntou o que era e foi-lhe explicado. Observou atentamente o programa durante algum tempo, e concluiu:
- Cara, isto é o nada. Conseguiram fazer um programa sobre o nada.
Pois é, Paulo. Mal sonhávamos na altura, que afinal, o nada ainda podia ser mais vazio.
Publicado por Fernando @ 23:56Ola,li essa mensagem sobre o Paulo massadas pois bem entrei nesse site por considencia...e por falar nisso o paulo eh meu tio,estou sem contatos com ele pois esta morando jah faz algum tempo em los angeles eu queria muito ter contato com ele e eu so tenho o tel e esta dificil a comunicacao vc tem o email dele? bjao!
Afixado por: Karol em abril 19, 2004 10:13 PMÉ só tirar a Teresa Guilherme, eh eh.
Afixado por: Fernando em novembro 2, 2003 08:41 PME ainda não sabemos o quão mais vazio pode ele ficar.
Afixado por: João em novembro 2, 2003 11:35 AM