A Olivença, a achada (*)
Dois séculos depois daquela guerra,
Em que as coroas francesa e castelhana
Romperam a fronteira lusitana,
Anexando Olivença, humilde terra;
Resiste ainda um grupo que alto berra:
«Olivença é nossa! É alentejana...
Está separada pelo Guadiana,
Mas seu coração Portugal encerra.»
Será por teimosia ou estupidez,
Será por distracção ou por doença,
Que querem ver o tempo andar para trás?
Acabem com essas merdas duma vez!
Amigo que é amigo de Olivença,
Deixa viver aquele povo em paz.
(*) Título inspirado em «A Olivença, a perdida», soneto de António Sardinha, in Epopeia da Planície; que pode ser lido aqui.
Publicado por Fernando @ 09:56Obrigado CC. Eh, eh.
Afixado por: Fernando em outubro 28, 2003 12:00 PMLindo!
Afixado por: CC em outubro 27, 2003 11:51 PM