
Esta mulher, Amina Lawal, foi condenada por um tribunal islâmico nigeriano à pena de morte por lapidação. O seu crime foi ter tido um filho fora do casamento. A defesa recorreu, argumentando que a criança fora concebida antes da entrada em vigor da lei, e que fora fecundada ainda durante o seu casamento.
O surrealismo ridículo de tudo isto só não dá para rir, porque é um caso de vida ou de morte.
Muito tem o mundo que percorrer até que este tipo de notícias seja totalmente erradicado do nosso dia-a-dia. Mas, por enquanto, resta-nos a consolação de que Amina foi hoje libertada na sequência do recurso.
Publicado por Fernando @ 18:13